terça-feira, outubro 24, 2006

crer ou não crer, eis a questão

um dia tudo se vai, assim como veio. pode ser aguardada, previsível, abruptamente, de repente tanto a vinda como a ida, tem suas peculiaridades.

há os que acreditam ser providência dos céus, do mar, do ar, de algum lugar, alguém de dons incomparáveis e invisível aos olhos tem de se responsabilizar por esses fatos.

justo esses, que julgam melhor delegar "funções" a uma divina providência, acham incabível que alguém ache simplesmente natural surgir ou desaparecer desse globo gigante que chamamos de mundo.

crer. tarefa exercida por tantos desapercebidamente, às vezes é desconhecido por uma minoria. fato é que não crer nesse mundo, gera olhares tortos, críticas desenfreadas.

a questão aqui não é levantar bandeiras de guerra e sim questionar aquilo que lhe é imposto e assim absorvido sem esforço de dúvida. o que você acredita hoje, em algum momento já foi posto em xeque ontem? muitas respostas poderão ser afirmativas negativas. um sonoro não, eu nunca procurei saber... sim, como é mais fácil seguir a vida assim sem duvidar de alguém, é mais fácil também achar que ares, mares ou céus irão traçar expectativas, iniciativas, dar respostas e gerenciar nossas vidas.

creio que crer é cômodo demais...

entre o céu e a terra há mais mistérios do que o mundo acredita, no mundo estamos nós de carne e osso, que a cada minuto nascemos ou morremos por motivos tolos ou complexos. talvez haja um meio termo para que tantas questões assim existam, basta achar vontade e capacidade de descobrir.

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