como se não houvessem mais horas a seguir, vivi aquele momento como o último. queria ter guardada numa possível memória final, a lembrança feliz, de coisas que pudessem alegrar a mente que até então, estava estafada, alarmada...
em uma sala com duas janelas, uma porta sempre fechada e o tempo frio, os dias passam atribulados. o que vejo são minutos perdidos por uma perpesctiva vã que já não faz sentido, ou será que um dia chegou a ter sentido?
os propósitos não são concretos, mas a vontade. ah, a vontade é de poder seguir enquanto os atos fizerem sentido para o coração e para a mente.
fecho os olhos e penso faltar muito pouco, pouco muito. pouco para mais uma jornada de conhecimentos, muito para descobrir o que fazer dela.
incerteza do quê, pra quê, porque... quero ver quem sabe o bê a bá de tudo isso. quem um dia acordou e soube exatamente o que queria, por onde iria, porque fazia...
em uma sala com duas janelas, uma porta sempre fechada e o tempo frio, os dias passam atribulados. o que vejo são minutos perdidos por uma perpesctiva vã que já não faz sentido, ou será que um dia chegou a ter sentido?
os propósitos não são concretos, mas a vontade. ah, a vontade é de poder seguir enquanto os atos fizerem sentido para o coração e para a mente.
fecho os olhos e penso faltar muito pouco, pouco muito. pouco para mais uma jornada de conhecimentos, muito para descobrir o que fazer dela.
incerteza do quê, pra quê, porque... quero ver quem sabe o bê a bá de tudo isso. quem um dia acordou e soube exatamente o que queria, por onde iria, porque fazia...
Um comentário:
esses vice-versos que você produz...
se não quiser enlouquecer, ou implodir minha cômoda casca de sanidade que protege minha mente, terei que parar de visitar este blog.
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