as coisas têm mudado, mas continuam sempre as mesmas, como um ciclo...
a aparência de que os dias são mais demorados volta no ar, às vezes isso irrita. irrita por saber que nada pode ser feito para mudar. mas ainda sim, parece ser menos cruel como antes.
há novidades, mas elas aparecem recheadas de velhas dúvidas e situações constrangedoras.
notícias são dadas a todo tempo e nelas nada que possa transformar verdadeiramente a semana, a minha vida e a sua vida continuam separadas e o que mais quero saber é o que é, ou quem é você que se esconde assim maliciosamente.
a sensação de perda, por mais que não me afete diretamente, fez pensar bastante sobre o ser.
a dúvida não existencial, mas sim de existência. até quando podemos existir e até onde podemos ir, fazer ou acontecer? penso, repenso, deixo de lado e volto a pensar...
palavras ditas por alguém que nunca vi, mas que deixou um legado que hoje se propaga por aí por modismo talvez, mas que propaga e é esse o intuito da vida, propagar seja como for, para que for... palavras que suponho ter surtido efeito contraditório em minha mente, mas que suponho ser benéfico.
existir até que ponto, para qual sentido.
seja lá como viemos todos parar aqui, essa não é uma viagem de fim de semana. longos dias, horas estáticas ou até mesmo passagens rápidas de situações inesperadas, nada deve ser feito por assim fazer. em tudo existe sentido, e mais do que nunca isso me martela na mente....
motivos.
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Um comentário:
às vezes imagino se você anda lendo minha mente à distância...
mas ciclos são assim mesmo, né...
parece que volta e meia vivemos o passado, embora não com os momentos bons... aquelas imagens em cor sépia voltando igual um cd arranhado, que insiste em tocar somente a parte do hiato inter músicas.
motivos: deles deveriam decorrer justificativas, fundamentação. memórias infundadas, confusas, não são motivo, sequer justificativa suficiente, para que isso aconteça. tem algo errado que não está certo nessa história.
ausência.
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